Planeta Terra Versão 2.0

Nasceste um original; não morras uma cópia

John Ladis Mason (1832 ~ 1902)

Pub

Rótulos Mais Utilizados

Pub

Agenda Global

Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é de uma certa grande crise e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial.

David Rockefeller

Se já percebeu a razão da existência deste website, está então na altura de explicar sinteticamente o que é que é na prática a Agenda Global.

Ao olharmos para a História da Humanidade é fácil perceber que praticamente desde sempre existiram inúmeras guerras. A maioria delas foram motivadas principalmente por desejos de poder, controlo ou expansão territorial. Ambições imperialistas...

O facto de este tipo de eventos ocorrerem ciclicamente pode remeter alguns leitores com mais imaginação para a seguinte questão: “Se agora se estivesse a formar um império, que sinais é que eu poderia encontrar?”

Se olharmos para o modus operandi de impérios anteriores, iremos reparar que apesar da evolução tecnológica, há características que permancem, como por exemplo, a centralização de poder; o controlo e a supressão de informação; a uniformização de normas ou regulamentações, entre outras..

Com esses simples parâmetros em mente, repare no que aconteceu desde o final da Segunda Guerra Mundial. Na Europa, em 1948, foi assinado o Tratado de Bruxelas para dar lugar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN/ NATO). Em 1951/ 52, foi fundada a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) através do Tratado de Paris; cinco anos depois sucede o Tratado de Roma para estabelecer a Comunidade Económica Europeia(CEE) e Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom), e de tratado em tratado, acabámos por chegar à União Europeia (UE) de hoje que congrega quase 30 nações.

Muitos, vêm esse e o actual percurso, como evolução natural. Mas se é natural, por que é que por exemplo a Irlanda teve que fazer duas vezes um referendo por causa do Tratado de Lisboa? Se é natural porque é que 98% dos conteúdos da proposta para a criação de uma Constituição Europeia rejeitada em 2003 pelos eleitores de França e Holanda estão incluídos no Tratado de Lisboa?

À excepção da Irlanda, cuja constituição obrigava a um referendo, nenhum eleitor dos restantes estados-membro pôde votar. Os irlandeses votaram "não", mas depois de milhares de euros gastos em propaganda pelo "sim", lá veio a resposta que a UE queria ouvir. Portanto, se se está a avançar numa direcção que não aquela que os eleitores pretendem, que direcção é essa? Já se vai tornar mais claro.

Se prestar atenção, verá como praticamente todos os eventos — sejam lá de que dimensões forem — são explorados para centralizar mais poder. E quanto mais centralizado o poder é, mais rapidamente se acumula poder nas mãos de cada vez menos pessoas.

Existem inúmeros exemplos dessas explorações. Um dos exemplos mais recentes, é a ideia do Céu Único, que consiste na criação de um espaço aéreo europeu, "reforçada" pela confusão que se gerou com as alegadas nuvens de fumo do vulcão islandês. Entretanto, voltou a acontecer o mesmo, e um cientista investigador islandês veio dizer restrições eram exageradas, mas, tal como os eleitores dos estados-membro, também o cientista não foi ouvido.

A crise financeira que os reguladores deixaram acontecer, está a ser explorada para criar um Comité Europeu de Risco Sistémico e mais três autoridades de supervisão financeira. E se não ainda não teve a oportunidade perceber como é que esta crise se desencadeou veja o documentário "Inside Job - A Verdade da Crise" que explica muito bem a simplicidade da fraude cujos os resultados ainda se estão e far-se-ão sentir por muito mais tempo.

Segundo Algore, o tipo que "teve a iniciativa na criação da internet", as alterações climáticas que sempre existiram, actualmente, são causadas pelo dióxido de carbono, motivadas pelo excesso de actividade humana. Segundo os 30 mil cientistas que o querem processar, a actividade humana contribui um décimo de grau para o aquecimento do planeta. O Painel Intergovernamental para as Alterações-Climáticas, também não os quer ouvir, porque «o debate já acabou».

Interessantemente, com o Tratado de Lisboa, os estados-membro deixaram de poder vetar em algumas áreas. E que áreas são essas? São a Segurança Energética, a Ajuda Humanitária, e... tente adivinhar... começa por "Alterações" e acaba em "Climáticas".

Será que há algum interesse em ignorar os eleitores, cientistas e os chamados representantes das nações? O Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, quando chegou ao poder, depois de, segundo o diário londrino The Times, ter vindo de uma reunião com membros do grupo secreto Bilderberg que reúne "a nata" da esfera polítco-económica e não só, disse que 2009 foi «o primeiro ano de Governação Global com o estabelecimento do G20 no meio de uma crise financeira; a conferência do clima em Copenhaga é mais um passo na direcção da Gestão Global do nosso planeta». Ou seja, a ideia é usar o clima para estabelecer um governo mundial.

Isto é o que David Rockefeller quer dizer com «Tudo o que precisamos é de uma certa grande crise e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial».

Durão Barroso, se não partilha da mesma opinião, também não anda muito longe, por que segundo diz, gosta de comparar a União Europeia a uma «criação/ organização de impérios».
 

A UE está também a fazer com que haja cada vez mais nações a regerem-se pelas suas directivas — que são só directivas, mas que em tal data têm que estar implementadas para efeitos de «harmonização» — como é o caso de uma directiva apresentada em 2004 que veio no final de 2010 obrigar a que todos os Estados-Membro tenham banido centenas de ervas medicinais.
 

No resto do mundo o cenário é semelhante. Na Ásia, seguindo mais ou menos as mesmas pegadas da UE, estabeleceu-se a Cooperação Económica da Ásia e do Pacífico ou APEC, que é a sigla em inglês para Asian Pacific Economic Cooperation; a seguir à APEC, veio a União Africana (UA) e a seguir à UA, no continente americano, surgiu o Acordo Norte-Americano de Livre Comércio ou NAFTA — North American Free Trade Agreement — que eventualmente dará lugar à União Norte Americana, para a qual já se falou de uma moeda única chamada "Amero".


Como referi anteriormente, a História da Humanidade está repleta de eventos cíclicos, e as evidências, como irá ver, são gritantes. O que Herman Rompuy disse sobre 2009 ser o ano de Governação Global, é algo que já foi referido por inúmeras figuras públicas, nacionais e internacionais, ligados aos diversos pilares da sociedade. Por vezes é Governação Global é referida como “Nova Ordem Mundial“, “Nova Ordem” ou “Ordem Mundial”, e entre outras variantes.

 
As pessoas que actualmente ignoram os eleitores e cientistas, são as mesmas pessoas que querem ocupar posições de poder no Governo Mundial. Já foi inclusivamente pensada uma «moeda global sui generis», chamada Bancor - que acabará por ser unicamente electrónica - e mais uma série de outros instrumentos e ferramentas de engenharia social como um inevitável banco mundial, um exército global, uma população altamente “protegida” através de um sistema de vídeo-vigilância, catalogação de ADN e cidadãos "microchipados".

Eu sei  que tudo isto parece um bocado rocambolesco e inverosímil, mas há uma razão para isso que tem a ver com ”A Amnésia da Fonte e o ‘peso’ das nossas crenças” que é o próximo artigo da Agenda Global.

Em traços largos, é esta a Agenda Global. Uma agenda com o objectivo de estabelecer um governo mundial. 

A restante informação e os detalhes de como é que Agenda Global é concretizada, por quem , como, desde quando, etc, será colocada aqui periodicamente.

História Antiga (0)

Os Illuminati (0)

Sociedades Secretas (0)

Elite Satânica (0)

Desestabilizações (0)

Realidade Holográfica (0)