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As grandes massas do povo tornar-se-ão mais facilmente vítimas de uma grande mentira do que de uma pequena.

Adolf Hitler (1889 ~ 1945)

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A Amnésia da Fonte e o "peso" das nossas crenças

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A forma como o nosso cérebro armazena e processa as informações ou memórias é muitas vezes explorada por quem compreende melhor o seu funcionamento.

Muito resumidamente, a Amnésia da Fonte é mais uma daquelas partidas ou “falhas” do cérebro humano que nos pode deixar em situações “potencialmente embaraçosas”. A Amnésia da Fonte, explicada em detalhe no livro “Welcome to Your Brain: Why You Loose Your Car Keys but Never Forget How to Drive and Other Puzzles of Everyday life" de Sandra Aamodt, Ph.D. e Sam Wang, Ph.D., que pode ser traduzido para "Dê as boas vindas ao seu cérebro: Porque é que perde as suas chaves do carro, mas nunca se esquece de como conduzir e outros quebra-cabeças do dia-a-dia" refere-se ao facto de por vezes não sabermos como é que obtermos uma determinada informação.

Por exemplo, você sabe sabe que a Torre Eiffel fica em Paris, mas não sabe ou não se lembra, como ou em que circunstâncias é que obteve essa informação.

Isso deve-se à forma como ocorre o processo de transferência de informação da memória de curto-prazo para a de longo-prazo. A informação, primeiro, é registada na memória de curto-prazo, no Hipocampo, e só depois é que passa para o Córtex Cerebral. No entanto, enquanto o processo de transferência de informação não é concluído, cada vez que a informação é utilizada, é reescrita novamente. E enquanto esse processo dura, é possível que se esqueça se a fonte que lhe transmitiu a informação era credível ou não.

É por essa razão que vários psicólogos sugerem que as lendas propagam-se através de um elo emocional. Da mesma forma, as ideias podem propagar-se através da emoção em vez de se propagarem pelo mérito factual, encorajando assim a persistência de mentiras.


O Peso das Crenças
Para se perceber como uma simples alegação se pode tornar numa verdade, um outro grupo foi exposto repetidamente à informação de um site que alegava que a Coca-Cola era um diluente de tinta eficaz. Ao comparar grupo de estudantes que leu a informação cinco vezes com os que leu apenas duas, foi possível concluir que o primeiro era cerca de 33% mais susceptível de associar a informação ao Consumer Reports, para atribuir mais credibilidade à alegação, independentemente de ser verdade ou não.

É através desta tendência inata, de como moldamos a informação de que nos lembramos, que o nosso cérebro "encaixa" factos em estruturas mentais previamente estabelecidas, ou seja, tendemos a recordarmo-nos de notícias que vão de encontro à nossa visão do mundo e desvalorizamos aquelas que a contradizem.

Para se perceber o impacto deste processo nas nossas vidas, foi feita uma experiência em Stanford, na Califórnia, que usou como objecto de estudo 48 estudantes, sendo que metade desses estudantes, concordavam com a pena de morte e a outra metade discordava. Ambos os grupos receberam duas provas, em que uma negava e outra confirmava que a pena de morte tinha efeitos de dissuasão de crimes. O resultado foi que ambos os grupos ficaram mais convencidos pela prova que suportava as suas suposições iniciais.

Desta forma ao ler-se uma notícia temos uma maior propensão para aceitar e relembrar afirmações que reforcem as nossas convicções pré-estabelecidas. Numa réplica do estudo levado a cabo com os grupos de estudantes que tinham opiniões a favor e contra a pena de morte, os investigadores concluíram que, mesmo quando os participantes receberam instruções específicas para serem objectivos, ainda sim, eles mostravam-se inclinados para rejeitar as provas ou evidências que não confirmavam as suas crenças.

No entanto, no mesmo estudo, quando foi pedido aos participantes para imaginarem as suas reacções no caso das evidências apontarem para a conclusão oposta, tornaram-se mais receptivos às informação que contradiziam as suas crenças.


Vulnerabilidades exploradas
Apesar dessas pessoas não compreenderem a neuro-ciência por detrás da Amnésia da Fonte, este fenómeno pode ser usado por políticos e estrategas de campanhas e propaganda que exploram essa vulnerabilidade para disseminar desinformação.

Alguns dos “erros” do cérebro, são do senso-comum para inúmeros políticos e gestores. Ainda há pouco tempo, Barack Obama referiu-se ao Cérebro Reptiliano, para responder a uma questão num programa de televisão.

A Amnésia da Fonte, explica porque é que há tantas pessoas a olharem para Obama como um herói. A campanha eleitoral de Obama - bem patrocinada pelo globalista George Soros – transmitiu uma forte ideia de Mudança e Possibilidade. Essa primeira impressão ou primeira ilusão, é a que fica mais enraizada nos comportamentos, filosofias ou atitudes de um indivíduo. E quanto mais enraizada essa crença for, mais forte tende a ser a reacção de negação a crenças opostas.

É por isso que ainda há muitas pessoas terem esperança em Obama e a ignorarem o facto de ele ter prometido encerrar o complexo prisional de Guantánamo e de ainda estar em funcionamento nos dias de hoje; de ter prometido que retirar as suas tropas do Afeganistão quando na verdade ainda enviou mais; de ter renovado o Patriot Act; e que ter aprovado uma lei da reforma da saúde que viola a constituição dos EUA.

A moral da história é portanto, que deve ter em mente que compensa sempre considerar uma interpretação oposta à nossa, mesmo que controversa. Como tal, se apesar de achar que o que já referi na introdução da Agenda Global não tem sentido, continue a ler os próximos artigos para ver até que ponto é que consegue defender o contrário.

No entanto, antes de passar às técnicas e táticas que fazem as rodas-dentadas do Governo Mundial avançar, é importante familiarizar-se com mais algumas questões relacionadas com a mente, porque é através da mente que o "jogo" se vence. Não através da força-física. Se o Governo Mundial, tentasse estabelecer-se através da força, obrigando as pessoas a aceitar o que elas não querem ou percepecionam como nefasto, todos poderiam apontar o dedo àqueles que os forçaram. Se elas estiverem convencidas, se percepcionarem o nefasto como necessário, nunca sentirão que foram forçadas e como tal torna-se muito mais difícil apontar o dedo.

O porquê de ter que se recorrer a jogos mentais para fazer o Governo Mundial atingir os seus objectivos já está explicado. Quem e como já lá chegaremos. Entretanto, no seguimento deste tópico, consulte o próximo artigo.

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