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Resolução contra a Síria chega hoje ao Conselho de Segurança da ONU

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David Cameron anunciou a resolução e defendeu que "não podemos ficar em silêncio"

Um grupo de quatro países europeus - Reino Unido, França, Portugal e Alemanha - vão apresentar uma resolução a "condenar a repressão" na Síria, anunciou o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

Fontes diplomáticas disseram à Reuters que dificilmente haverá votação nesta quarta-feira. "Queremos que a votação ocorra o mais depressa possível, até ao final da semana", adiantaram.

A resolução pretende condenar a repressão do regime do Presidente sírio, Bashar al-Assad, contra os opositores que “segundo relatos credíveis já causou um milhar de mortos e levou à detenção de cerca de 10 mil pessoas”, sublinhou David Cameron.

O texto tal como vai ser apresentado (às 20h00 em Portugal Continental) pede o fim do fornecimento de armas a Damasco e exige o fim imediato da violência. Porém, não preconiza um embargo de armas ou medidas punitivas para quem as vender ao regime de Damasco.

Uma fonte diplomática disse à Reuters que o documento também deixa claro que Al-Assad ainda pode mudar o curso dos acontecimentos, quer no seu país quer no campo das decisões que a comunidade internacional possa vir a tomar.

Esta resolução surge no dia em que a União Europeia anunciou que está a ser preparado um terceiro pacote de sanções contra a Síria. Não foram dados mais pormenores.

“Não devemos ficar em silêncio perante este escândalo, e não ficaremos”, disse o primeiro-ministro britânico, que considerou “totalmente inaceitável” a repressão sobre os manifestantes na Síria. “A resolução vai condenar a repressão e pedir contas e obter o acesso da ajuda humanitária”, adiantou.

“O projecto foi redigido pela França, o Reino Unido, a Alemanha e Portugal”, especificou Cameron. Na terça-feira ,o chefe da diplomacia britânica, William Hague, já tinha dito que o Reino Unido iria “persuadir outros países sobre a necessidade de o Conselho de Segurança da ONU se manifestar”.

“O Presidente Assad está a perder a sua legitimidade. Deve fazer reformas ou retirar-se”, considerou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico. Os últimos dias têm sido marcados por confrontos na cidade síria de Jisr al-Shugour, onde a televisão estatal adiantou, na segunda-feira, que foram mortos 120 polícias por “gangs armados”, tendo o ministro do Interior, Mohammad Ibrahim al-Shaar, prometido que as autoridades responderiam a estes alegados ataques “com firmeza e toda a força”.

Centenas de pessoas estão a atravessar a fronteira para a Turquia para fugir aos confrontos e as autoridades turcas já adiantaram que não fecharão as portas a quem procurar refúgio. Mais, foram montadas tendas para acolher os refugiados e está a ser prestada ajuda médica.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, adiantou que a Turquia está a acompanhar a situação e apelou à “tolerância” das autoridades de Damasco.

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