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Queixa contra o Vaticano no TPI por causa de padres pedófilos

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Bento XVI tem responsabilidade "directa e superior" diz o Centro para Direitos Constitucionais

Foto: Reuters/ Alessia Pierdomenico

Uma associação de vítimas de padres pedófilos anunciou ter apresentado queixa ao Tribunal Penal Internacional contra o Papa e três outras altas figuras da hierarquia do Vacticano “por crimes contra a humanidade”.

Com o apoio da organização não governamental norte-americana Centro para os Direitos Constitucionais, a SNAP (sigla em inglês de Rede de Sobreviventes dos que Sofreram Abusos por Padres) já apresentou a queixa em Haia, onde fica a sede do tribunal. Esta é complementada por um dossier de “mais de 20 mil páginas de material de apoio, que consiste em relatórios, provas de crimes de clérigos católicos cometidos contra crianças e adultos vulneráveis”, explica um comunicado.

Os membros da SNAP são dos Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Bélgica, quatro países tocados pelo escândalo da pedofilia na Igreja. Existe há 23 anos e diz ter mais de 10 mil membros – nem todos foram molestados por membros da igreja católica, há também se assuma como vítima de rabis ou padres protestantes.

“Está a ser dada cobertura aos autores de crimes praticados contra dezenas de milhares de vítimas, a maioria delas crianças, pela mais alta hierarquia do Vaticano. Neste caso, todos os caminhos vão mesmo dar a Roma”, disse Pam Spees, a principal advogada do Centro para os Direitos Constitucionais, citada no comunicado de imprensa.

“Estes homens agem em impunidade e sem terem de prestar contas a ninguém. As figuras do Vaticano acusadas neste caso são responsáveis pela tortura física e psicológica de vítimas por todo o mundo, tanto pela responsabilidade na linha de comando, como por encobrirem directamente crimes. Devem ser levados a julgamento como quaisquer outros detentores de poder que praticaram crimes contra a humanidade”, completou Spees.

Juntamente com queixa, foi apresentado um “requerimento de declaração de competência jurisdicional” para o Tribunal Penal Internacional poder ter jurisdição sobre o Vaticano, por crimes cometidos pelos seus agentes em todo o mundo.

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