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Enquanto seres-humanos, a nossa grandeza não reside tanto em sermos capazes de refazer o mundo — esse é o mito da idade atómica — como em sermos capazes de nos refazermos.

Mahatma Gandhi (1869 ~ 1948)

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Polícia de Nova Iorque agride um manifestante ao soco

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À frente de dezenas de pessoas, com máquinas fotográficas e de filmar, um polícia completamente "fora dos eixos" agride um manifestante que não só não estava a agir de forma violenta, como nem sequer estava a olhar para o polícia no momento em que foi agredido. Como tal, o manifestante nem se pôde proteger. Resta saber o que é que a polícia não terá já feito, na ausência de testemunhas.

Já é do conhecimento público que recentemente a JP Morgan Chase fez uma "doação" sem precedentes à polícia de Nova Iorque, porque os «agentes põem as suas vidas em risco todos os dias» para os «manter seguros».

O vídeo mais abaixo mostra que a afirmação só corresponde à verdade, em parte — a parte em que a JP Morgan diz que a polícia os mantém seguros.

Até agora, a única violência que houve foi perpetrada pela polícia. Os manifestantes, que supostamente são os que mais razões teriam  para, de certa forma, partir para a violência — não a estou a advogar — até agora, ainda não o fizeram. Mas a ideia pode ser exactamente essa. Por exemplo, uma das coisas que tem feito mais americanos juntarem-se às manifestações tem sido exactamente a agressividade e brutalidade policial. Se esta tendência se continuar a verificar, ao final de algum tempo estarão reunidas uma série de pessoas cuja a paciência para esse tipo de comportamentos não abunda. Logo, o que se poderá acontecer é esses manifestantes com pouca ou nenhuma paciência partirem para a violência, dando assim aos media argumentos "genuínos" para que o movimento Occupy Wall Street seja demonizado, e para que o governo possa eventualmente declarar um estado de emergência; recolher obrigatório ou qualque outro tipo de medida draconiana que bloqueie o movimento.

Os agentes-provocadores que se infiltaram no meio dos manifestantes pacíficos que se oposeram à cimeira dos G20 em Toronto, no Canadá, serviram exactamente para provocar o caos — ordo ab chao — e justificar a intervenção da polícia, que resultou numa série de agressões, detenções e violações dos Direitos Humanos. Neste tipo de tática vale tudo — incluindo atirar um deficiente em cadeira-de-rodas.

Um outro alerta tem a ver com as chamadas assembleias públicas nas quais as massas repetem em coro o que um orador diz — mais ou menos como na escola, só que com adultos que supostamente já conseguem pensar por eles próprios...

Numa dessas assembleias em que era suposto todos poderam falar, o congressista John Lewis, que é uma figura dos Direitos Civis e estava prestes a falar, não o pôde fazer, porque basicamente, o indivíduo que estava a monopolizar o megafone entendeu que o que John Lewis tinha para dizer não era relevante. Isto apesar de John Lewis nem ter aberto a boca.

Outro evento bizarro numa dessas assembleias, foi o facto de Adam Kokesh — um jornalista da imprensa alternativa — ter sido impedido de filmar. Considerando que tem sido graças aos media alternativos que o movimento tem ganho dimensão e "tempo-de-antena", é de estranhar que uma figura como Adam Kokseh seja impedida de documentar o evento.

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