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Forças de segurança iemenitas bombardeiam acampamento de manifestantes

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Desde domingo, as forças de segurança iemenitas têm mantido uma pressão sobre os manifestantes

Foto: Reuters

Um intenso bombardeamento de rockets e artilharia pesada foi registado esta madrugada num acampamento de manifestantes anti-regime em Sanaa, capital do Iémen, fazendo subir para 58 o número de vítimas mortais nesta mais recente vaga de repressão violenta das autoridades aos protestos populares que exigem o afastamento do Presidente, Ali Abdallah Saleh.

Desde domingo, as forças de segurança iemenitas têm mantido uma pressão brutal sobre os manifestantes, que se congregaram em Al-Zubeiri, a cerca de três quilómetros de distância da Praça da Mudança (antiga Praça Pérola) – onde eclodiu a revolta, há oito meses, à semelhança dos movimentos que conduziram à deposição dos regimes na Tunísia, Egipto e Líbia.

Muitas das 58 vítimas destes três dias de violência foram mortas a tiro por atiradores furtivos instalados nos telhados do centro da cidade. Mas nas últimas horas foram descritos por testemunhas locais também confrontos directos entre as tropas leais a Saleh e militares que se rebelaram e estão agora do lado da oposição.

Pelo menos três rockets atingiram hoje o acampamento de Al-Zubeiri logo após as orações da manhã, pelas 5h (locais, menos duas horas em Lisboa). “Atingiram pessoas que iam a passar”, relatou o médico Mohammed al-Qubati, que dirige um hospital de campo naquele local.

Mais de 400 pessoas morreram desde o início dos protestos contra o regime de Saleh, pelos meados de Janeiro. O país vivera um período de calma à superfície nas últimas semanas, depois de um auge na contestação nos meses de Abril e Maio passados, e, praticamente desde o ataque com rockets contra o complexo presidencial, em Junho, que não se assistia a novas manifestações como as que estão agora a acontecer.

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