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Na religião e na política, as crenças e convicções das pessoas são em quase todos os casos obtidas em segunda-mão e sem examinação por parte das autoridades, que não examinaram as questões em causa, mas obtiveram-nas em segunda-mão de outros não-examinadores, cujas suas opiniões sobre elas não valiam um vintém.

Mark Twain (1835 ~ 1910)

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PSP dispara balas de borracha na Cidade Universitária

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Carros da PSP apedrejados, incêndios e jovens feridos com balas de borracha marcaram o fim dos arraiais universitários na madrugada de sexta-feira na Cidade Universitária, em Lisboa.

Os confrontos tiveram início à porta da Festa da Cerveja, na Faculdade de Direito. Segundo o comissário da PSP, Paulo Flores, a polícia foi chamada ao local devido a distúrbios causados por um indivíduo a quem tinha sido barrada a entrada no recinto.

Paulo Flores explica que, entretanto, «centenas de alunos, muitos deles alcoolizados», começaram a «apedrejar carros-patrulha» e a PSP teve de deslocar «cinco ou seis equipas de intervenção rápida», acabando por recorrer a «disparos controlados de shot-guns».

Um dos alunos, que ficou ferido devido aos disparos, disse ao SOL que foi agredido pela polícia «do nada». «Estava a sair da festa quando eles nos começaram a empurrar e eu estava de costas quando me bateram com um cassetete na cabeça».

Segundo o jovem, que quis manter o anonimato, os alunos revoltaram-se contra os agentes e começaram a atirar pedras. «Ainda fui atingido por uma pedra. Depois acertaram-me com vários tiros de shotgun. Estou cheio de hematomas e queimaduras das balas de borracha».

Contactado pelo SOL, o presidente da Associação Académica da Faculdade de Direito, Gonçalo Carrilho, sublinhou que os confrontos aconteceram «já depois da festa e fora do espaço da faculdade».

Os bombeiros foram também chamados a intervir para extinguir quatro incêndios provocados por alguns jovens junto ao ISCTE, na Faculdade de Medicina, no hipódromo e na estação de metro de Telheiras.

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