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Dois agentes da PSP simularam crime para prender inocente

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O agente Luís Maria trabalha na esquadra do Cacém e pertence ao Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP).

Foto: Correio da Manhã/ Natália Ferraz

Um homem esteve preso durante cinco meses por ter tentado matar um vizinho com dois tiros. Mas a Polícia Judiciária concluiu agora que tudo foi encenado por dois agentes da PSP, avança o Correio da Manhã

Um agente da PSP do Cacém, Luís Maria, tinha um conflito com outro vizinho, Mário Brites, relativamente ao condomínio. O agente e outro colega garantem que, à porta do prédio, o vizinho disparou dois tiros para tentar matar o agente. Esta acusação valeu a Mário Brites cinco meses de prisão que poderiam chegar a 16 anos, pena máxima para o crime de homicídio qualificado na forma tentada, escreve o CM.

Mas após investigação da PJ, ficou concluído que o homem não disparou qualquer arma e que toda a cena foi encenada pelos dois agentes policiais, como forma de vingança. Os outros vizinhos, que assistiram à cena pela janela, testemunharam também que não foi disparado um único tiro e a Judiciária deparou-se com várias incongruências nos depoimentos dos polícias.

Além disso, a cápsula da bala e a pistola do alegado crime só foram encontradas no local horas após a discussão. Ao longo destas horas nunca a PJ foi chamada a realizar perícias e só um mês mais tarde é que o processo chegou à Judiciária.

Com o argumento de que Mário Brites tinha sido apanhado em flagrante, a PSP não chamou a PJ e foram os próprios agentes que entregaram o suspeito ao tribunal. Só depois de a Judiciária ter tido acesso ao processo é que desmontou a versão dos polícias e concluiu ter-se tratado de simulação.

O Tribunal de Sintra já ordenou a libertação do homem que, por ter sido preso, perdeu o emprego que sustentava a sua família, tendo quatro filhos menores a cargo.

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