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EUA e Israel preocupados com arsenal de armas químicas da Síria

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Na Síria prosseguem os protestos contra o regime de Bashar al-Assad

Foto: Reuters

Os Estados Unidos e Israel temem que a actual instabilidade na Síria possa facilitar o acesso de grupos terroristas a um perigoso arsenal de agentes químicos e armas não-convencionais produzidas e armazenadas pelo regime do Presidente Bashar al-Assad.

Fontes dos serviços secretos dos dois países estimaram ao The Wall Street Journal que a Síria detém pelo menos cinco unidades de produção de armas químicas, como por exemplo gás mostarda e gás sarin. Também existem suspeitas de que Damasco estará na posse de material nuclear, fornecido pela Coreia do Norte, além de sistemas de artilharia e mísseis.

“Estamos muito inquietos com a possibilidade de desvio de armas de destruição maciça. Contactamos permanente com a Administração norte-americana e seguimos a situação de perto”, confirmou o embaixador de Israel em Washington, Michael Oren, ao diário financeiro.

A violência voltou neste sábado a Damasco, com as forças de segurança a carregarem sobre manifestantes numa mesquita e confrontos em vários subúrbios da capital. Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, pelo menos três manifestantes foram mortos por atiradores da polícia.

Os protestos, à saída de uma mesquita no bairro de Kafar Susseh, reuniram milhares de pessoas e começaram após as orações de al-Qadr, que marcam a noite em que o profeta recebeu o Corão. Dezenas de pessoas foram feridas, incluindo o imã Osama al-Rifai, de mais de 80 anos. Além de Damasco, houve protestos na cidade portuária de Latakia, em Qusair e em Kafar Nabel e Zabadani.

Do Irão e do Cairo vieram novos apelos ao fim da repressão. “Os governos têm de responder aos legítimos anseios do povo, na Síria, no Iémen e noutros lugares”, disse o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Ali Akbar Salehi, à agência estatal ISNA.

Os líderes diplomáticos da Liga Árabe, reunidos no Cairo, preparavam-se para aprovar o envio de uma missão a Damasco. “Temos de pressionar o regime sírio para parar imediatamente a ofensiva militar contra os manifestantes”, disse à Reuters um dos delegados.

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