Planeta Terra Versão 2.0

O desafio para os governos ocidentais no futuro, é manter os cidadãos presos no consumismo materialista, impedindo-os de perceber quem é que eles realmente são.

Zbigniew Brzezinski

Pub

Doações

Saldo Acumulado: 0 EUR

Só é possível continuar a fazer este trabalho graças à sua generosidade.

Se considera que a informação aqui disponibilizada tem relevância para si e pretende fazer uma doação, por favor faça uma que esteja dentro das suas possibilidades financeiras.

Saiba como

Últimos Artigos

Globo
Portugal
Dinheiro
Ciência e Tecnologia
Conflitos Mundiais
Big Brother
Tirania
Fenómenos
Pub

Portugal deve reforçar segurança por causa de imitações do massacre na Noruega

ArtigoComentários (0)
Jovem norueguês de 32 anos matou 93 pessoas na sexta-feira

Foto: AFP/ Nicolas Maeterlinck

O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo considera que os atentados na Noruega deverão levar a um aumento da vigilância também em Portugal devido ao perigo de imitações.

"Pode haver imitações - as chamadas copycats - e portanto é conveniente ter em atenção, apesar de megalómanas, as declarações" do autor dos atentados na Noruega, explicou José Manuel Anes à Agência Lusa.

Num documento com mais de 1500 páginas, o presumível autor dos atentados que causaram a morte de 93 pessoas, aponta vários alvos de outros ataques para derrubar o multiculturalismo na Europa, entre os quais o reactor nuclear experimental na Bobadela e as refinarias da Galp no Porto e em Sines.

Apesar de sublinhar que o documento escrito pelo suspeito dos atentados, Anders Breivik Behring, é "algo de megalómano", o presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) considera que os níveis de segurança devem aumentar nos próximos tempos.

"A segurança nesses alvos já existe porque é um conjunto de infraestruturas críticas que estão referenciadas pelo conselho de segurança nacional", afirmou.

No entanto, referiu, "pode efectivamente haver um pequeno reforço" da vigilância porque "perante um ato destes, que é uma coisa horrorosa e bárbara, há indivíduos que acham muito bem e têm tendência a imitar".

Por isso, as autoridades vão "reforçar a vigilância sobretudo em relação a sites, blogues, Facebook e tudo isso porque é aí que se podem antever alguns acontecimentos", avançou.

O reforço deve ser feito em "cooperação internacional das polícias" e para o qual "os serviços de informação são decisiva", adiantou José Manuel Anes, explicando que essa cooperação não deve ser feita só a nível europeu mas também com os Estados Unidos já que o alegado autor dos atentados "participava em grupos de discussão com alguns grupos extremistas de direita norte-americanos".

Para o presidente do OSCOT, uma das questões preocupantes neste caso é o facto de o alegado autor dos atentados assumir-se como templário.

"Há um pequeno conjunto de neo-templários americanos que tem dito que é preciso passar à acção e pegar em armas contra a 'jihad' silenciosa, isto é, a imigração. E é neste universo que ele se tem movimentado", sublinhou José Manuel Anes.

"Penso que o tanto o FBI como as polícias europeias, sobretudo a inglesa e a alemã, já estão há muito tempo atentas mas agora deve haver uma cooperação internacional para se detectar alguma movimentação mais perigosa", concluiu.

Reportar Erro

Caso tenha detectado algum tipo erro por favor descreva-o.