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Polícia procura segundo atirador com base em relatos de testemunhas

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Estima-se que estavam entre 400 e 600 pessoas no campo de jovens em Utoeya

Foto: TV2 Norway via Reuters

A polícia norueguesa estará à procura de um segundo atirador ligado aos ataques terroristas de ontem em Oslo, em particular à carga com armas de fogo ao campo de jovens na ilha de Utoeya, de acordo com informações divulgadas esta manhã pelo jornal local VG, o diário com maior circulação no país.

Segundo o VG a tese de existência de um segundo atirador em Utoeya – onde morreram 84 pessoas, uma hora depois da explosão em Oslo em que morreram outras sete – foi avançada por testemunhas na pequena ilha onde decorria, à altura do ataque, um acampamento de jovens do Partido Trabalhista (no poder). Estima-se que estavam entre 400 e 600 pessoas no campo de jovens em Utoeya e alguns relatos dão conta de que o atirador que foi ontem mesmo detido na ilha disparou contra os alvos indiscriminadamente durante mais de uma hora.

A agência noticiosa estatal norueguesa veio já também corroborar esta informação de que as forças de segurança procuram um segundo atirador envolvido no tiroteio na pequena ilha.

Soube-se entretanto também que o suspeito detido ontem pela polícia – e que vários media noruegueses identificaram como Anders Behring Breivik, um “fundamentalista cristão” de 32 anos – comprou seis toneladas de fertilizante no início de Maio passado numa cooperativa de produtos agrícolas, material que se crê pode ter sido utilizado para construir o engenho explosivo que tomou por alvo o edifício do primeiro-ministro na capital.

“Sim, vendemos-lhe seis toneladas de fertilizante, o que constitui uma encomenda pequena e normal para um produtor agrícola de vegetais nesta altura do ano”, foi confirmado por porta-voz da cooperativa Felleskjoepet Agri, Oddny Estenstad, à agência noticiosa AFP.

Segundo esta fonte, Breivik era um “cliente frequente” da cooperativa, na qualidade de funcionário da quinta biológica Breivik Geofarm. “Não sei mais nada sobre ele nem sobre a empresa para a qual trabalhava para além de que nos contactou da forma que é normal, que fez a encomenda e que os produtos lhe foram entregues”, disse ainda, sem precisar o tipo exacto de fertilizante que o suspeito comprou.

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