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Se a tirania e a opressão chegarem a esta terra, será sob o disfarce de combater um inimigo externo... A perca de Liberdade em casa será justificada como necessária ao combate, contra o perigo externo, real ou imaginado.

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Falha no motor de barco da polícia atrasou chegada a Utoya

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Ilha de Utoya fica a cerca de 700 metros de terra firme

Foto: Reuters/ Fabrizio Bensch

Problemas técnicos num primeiro barco que a polícia norueguesa enviou para a ilha de Utoya e a decisão de aguardar por uma unidade especial atrasaram a resposta das autoridades ao atentado no acampamento onde morreram mais de 80 pessoas, disse hoje fonte da polícia norueguesa.

Erik Berga, chefe de operações da polícia local, contou à agência Reuters que a primeira embarcação mobilizada para a ilha, a cerca de 700 metros de terra firme, e a 45 quilómetros de Oslo, seguia com pessoas e material em excesso, o que fez com que começasse a entrar água na embarcação, situação que provocou também a paragem do motor.

Para a cena onde decorria o tiroteio foi, então, enviada uma outra embarcação da polícia especial de Oslo, facto que atrasou a chegada das autoridades.

Sissel Hammer, responsável da polícia de Hoenefoss – o primeiro comando a receber o alerta – diz entender as críticas sobre a demora, mas contrapõe que as autoridades foram para o local tão depressa quanto possível e explica que o envio de forças especiais de polícia “demora o seu tempo”.

No entanto, entre o alerta recebido pelo primeiro comando da polícia e a chegada à ilha passou, afinal, uma hora e não os 90 minutos referidos ontem por um oficial. Sveinung Sponheim, chefe da polícia de Oslo, corrigiu hoje o tempo de duração da operação, dizendo que exagerou quando referiu que as autoridades só tinham chegado a Utoya uma hora e meia depois do aviso.

Fontes policiais disseram à mesma agência que, internamente, corre um debate entre as várias polícias envolvidas na operação sobre se o comando de Hoenefoss deveria, ou não, ter aguardado pelas forças de Oslo.

As autoridades divulgaram à imprensa um documento comprovando que a polícia de Hoenefoss recebeu os primeiros relatos do tiroteio às 17h27 locais de sexta-feira e que a primeira embarcação saiu de terra às 17h52. De acordo com o documento, as autoridades de Oslo, as de reforço da operação, saíram do cais às 18h09 e demoraram 16 minutos até à ilha e mais dois até à detenção do atirador.

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