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Na sociedade "tecnotrónica" a tendência parece ir em direcção à agregação do apoio individual de milhões de cidadãos descoordenados, facilmente dentro do alcançe de personalidades magnéticas e atractivas, explorando as últimas técnicas de comunicação para manipular as emoções e controlar o bom-senso.

Zbigniew Brzezinski

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Atirador ouvia música sob influência de esteroides

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A Noruega ainda está a acordar do massacre de sexta-feira e pouco a pouco são conhecidos mais detalhes do que aconteceu. Anders Breivik andou pela ilha durante algum tempo a abater os jovens que participavam na Universidade de verão do partido trabalhista. Segundo a confissão, estava sob a influência de esteroides e ouvia, com auscultadores, muito alto e em repetição, uma música usada no concurso “Britain Got Talent” e nos episódios do “X Factor”.

Para apanhar o barco, o atirador contou com a ajuda de alguém, como explica uma testemunha que trabalhava num barco.

“Alguém levou-o de carro para o “ferri” porque ele queria uma grande bagagem junto dele. Tinha uma mala muito, muito pesada. Eu recordo-me que as pessoas pensavam que ele tinha lá dentro material para desarmadilhar bombas”, disse.

Stine Brandik, uma sobrevivente, conta aquilo por que passou e como salvou um rapaz. “Ele estava a olhar para nós. Eu vi ele a olhar e a recarregar a arma. Muito frio, era uma pessoa muito fria. Quando começou a recarregar eu soube que tinha 3 a 4 segundos para correr. Por isso não tive escolha, arrastei um rapaz comigo e senti quatro balas a passarem ao lado da minha cabeça”, afirmou a jovem noruguesa.

Só na ilha de Utoya morreram 68 pessoas, muitas afogados quando tentavam escapar de um autêntico inferno.

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