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Autoridades do Iémen matam pelo menos 26 manifestantes

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As autoridades são acusadas de terem impedido socorristas de chegar junto dos feridos

Foto: Reuters/ Khaled Abdullah

As autoridades dispararam sobre uma manifestação que marchava nas ruas da capital do Iémen contra o Presidente Ali Abdullah Saleh. Pelo menos 26 pessoas morreram, segundo o site do canal Al Arabiya News.

Segundo um médico citado pela agência Associated Press, ficaram ainda feridas cerca de 200 pessoas, 25 das quais estão em estado grave.

De acordo com testemunhas ouvidas pelas agências internacionais, uma multidão de 100 mil pessoas juntou-se para protestar nas ruas de Sanaa, junto de edifícios da televisão pública e do Governo, naquela que foi uma das maiores manifestações dos últimos meses.

Quando marchavam frente ao palácio presidencial, as autoridades (o que, segundo as testemunhas, incluía atiradores no topo de edifícios) dispararam sobre a manifestação, enquanto agentes à paisana, armados com espingardas, bastões e espadas atacavam os manifestantes, que responderam atirando pedras às autoridades.

Os confrontos evoluíram para uma batalha campal. Um porta-voz da oposição, Mohammed al-Sabri, acusou as autoridades de usarem armas anti-aéreas e afirmou que os manifestantes "não vão parar e não se vão retirar". De acordo com o médico citado pela Associated Press, as autoridades impediram ambulâncias e socorristas de chegar junto de feridos.

O Presidente Saleh – que está fora do país, na Arábia Saudita, a recuperar dos ferimentos causados, neste Verão, pela explosão de uma bomba no palácio presidencial – tem sido pressionado para abandonar o cargo. No poder desde 1978, já mandatou o seu vice-presidente para conseguir um acordo de demissão que o torne imune a quaisquer acusações, mas já por três vezes se recusou a assinar o resultado das negociações.

A oposição ao regime de Saleh pretende criar um Governo de transição que dê lugar a eleições democráticas no Iémen.

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