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Mahatma Gandhi (1869 ~ 1948)

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As estranhas ligações por detrás do movimento "Occupy Wall Street"

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Um dos principais símbolos do satanismo faz alusão a Lúcifer.

Porque razão é que os multi-milionários que enriqueceram com base no actual sistema financeiro agora apoiam o movimento Occupy Wall Street e porque é que esse mesmo o movimento está em sintonia com a actual agenda política? Não tem muito sentido, ou tem?

O movimento Occupy Wall Street (OWS) foi inicialmente apoiado através da revista Adbusters da Adbusters Media Foundation.

Entretanto, soube-se através dos media que a organização MoveOn está a apoiar o movimento Occupy Wall Street.

Através da MoveOn, George Soros — que segundo o ex-primeiro ministro da Malásia Mahathir Mohamad, foi um dos responsáveis pela crise financeira da Ásia de 1997 — já doou a modesta quantia de 1,5 milhões de dólares ao movimento OWS.

Outra estranha ligação ao movimentoOWS é a ligação à organização Lucis Trust que foi fundada com o nome Lucifer Publisher Company. Isto é um facto que a própria organização reconhece, embora diga que Lucifer — contrariamente às conclusões de vários investigadores — nada tem a ver com Satan ou Diabo. 

Religiões e entidades de outras dimensões à parte, o que pretendo salientar é que esta organização pró-globalização foi a responsável pelo registo do endereço 15october.net que orquestrou a "ocupação global".

Esse endereço foi primeiro registado por Paulina Arcos cuja a morada era:  866 United Nations Plaza, Suite 516, New York, New York 10017, United States. Pouco tempo depois, o nome do proprietário do endereço foi alterado para Domains by Proxy, Inc, e a morada para: 15111 N. Hayden Rd., Ste 160, PMB 353, Scottsdale, Arizona 85260, United States. Estavam a tentar esconder alguma coisa?

Entretanto o que é que o 15october está a promover? A taxa "Robin dos Bosques"! O nome parece nobre, mas é apenas uma ilusão como aquela em que Angela Merkel pediu aos "líderes" europeus para que usassem «uma terminologia diferente sem mudar a substância legal» a propósito da Constituição Europeia. Leia a introdução da "Agenda Global" para perceber como é que os europeus aceitaram uma Constituição que não queriam e como todo este esquema não é por acaso. E repare também que esta questão de mudar a terminologia aplica-se também tanto à chamada "austeridade" como à dita "produtividade".

Austeridade vem de austero. Austero significa ser-se rigoroso. Por isso, se por exemplo eu quiser perder peso e achar que tenho que ser mais rigoroso com a minha dieta ou exercício físico, que sentido é que tem eu estar a pedir aos outros para fazerem exercício por mim ou terem atenção ao tipo de comida que comem? "Vá precisam de correr mais 10 quilómetros senhores leitores!"...

A mesma coisa aplica-se à chamada produtividade. Quando nos dizem que é preciso aumentar a carga horária de trabalho e eliminar feriados alegando que se vai aumentar a produtividade, é completamente falso. Produção e produtividade são coisas diferentes. A produção aumenta por exemplo, quando uma máquina está mais tempo ligada, produzindo assim mais garrafas, copos, o que quer que seja. Produtividade é por exemplo, quando um trabalhador está mais motivado e produz mais hoje do que no dia anterior, tendo trabalhado exactamente o mesmo número de horas em ambos os dias. 

Voltando à Taxa "Robin dos Bosques"... Essa taxa, é a conhecida "Taxa Tobin", advogada pelo "nosso representante" Pedro Passos Coelho, que não resolve problema nenhum. Apenas avança a agenda política daqueles que querem implementar a Nova Ordem Mundial, como é o caso do Vaticano que muito recentemente apelou à criação de uma instituição financeira global e à criação de um Governo Mundial. Ver o vídeo mais abaixo a partir dos 11 minutos e 21 segundos.

Para se resolver este problema são necessários vários passos. O primeiro passa por acabar com o sistema bancário fraccionário, porque é através deste sistema que um banco pode emprestar dinheiro que não tem.

A única coisa que o banco precisa de ter é uma percentagem daquilo que empresta. Ou seja, se eu for agora ao banco e depositar 100 euros, o banco só precisa de ter fisicamente 20. Os 80, que ainda são meus — electronicamente — podem ser emprestados a um outro cliente, e assim sucessivamente. Foi por essa razão que Eric Cantona disse que os bancos colapsariam se todos os clientes fossem retirar o seu dinheiro das contas. Como é que o banco ia fazer se eu que depositei os 100 euros na minha conta os fosse levantar em simultâneo com o cliente que obteve o hipotético empréstimo de 80?

A banca chama a esta forma de criar dinheiro a partir do nada alavancagem. É por isso que vários bancos disseram que ia ter que reduzir a alavancagem... O que é criado a partir do nada, para o nada há de retornar. Há aqui vários exemplos dos rácios de alavancagem.

Outra questão importante a alterar é a taxa de juro — também aplicada ao dinheiro criado a partir do nada — porque a taxa de juro consiste num custo. Ou seja sempre que se pede um empréstimo esse empréstimo tem um custo. Se pegarmos na dívida global total e pedirmos um empréstimo a um banco para a podermos pagar, a banca empresta, mas o empréstimo vem com um custo. Ou seja, nestes termos é matematicamente impossível de a pagar. Dado que existem custos relacionados com funcionários, instalações, equipamentos, etc; um cliente pode pagar uma anuidade para suportar esses custos.

Por fim — apesar de haverem mais coisas que podem ser feitas — é necessário que qualquer nação possa financiar-se através do seu banco estatal. Isto permite que cada nação crie o seu próprio dinheiro — como era o caso da Líbia — que seja autónoma e que não seja um refém económico dos "investidores" que não querem comprar dívida (emprestar dinheiro) ou compram-na a juros totalmente incomportáveis. Eu sei que para os defensores da UE e do Euro isto não soa nada, nada bem, mas como diz o velho ditado, às vezes é preciso dar um passo atrás para depois dois para a frente.

Se estas questões não forem mudadas, nada mudará, faça-se o que se fizer.

O pretexto usado para se adoptar a taxa Tobin é que se vai poder ajudar os países menos desenvolvidos. Mas se assim fosse por que é que a União Europeia, por exemplo, em vez de pagar aos nossos agricultores para não cultivarem as suas terras, não os deixaram continuar para que depois pudéssemos enviar alimentos para a Somália, Etiópia, etc? Assim, em vez de se gastar o dinheiro a pagar aos agricultores para não plantar, pagava-se a uma companhia aérea ou de distribuição para levar o excedente para esses países.

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