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Na religião e na política, as crenças e convicções das pessoas são em quase todos os casos obtidas em segunda-mão e sem examinação por parte das autoridades, que não examinaram as questões em causa, mas obtiveram-nas em segunda-mão de outros não-examinadores, cujas suas opiniões sobre elas não valiam um vintém.

Mark Twain (1835 ~ 1910)

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Patrões querem trocar meia hora extra por mais sete dias de trabalho

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Os empresários duvidam que o aumento do trabalho em mais meia hora por dia, nos termos anunciados por Pedro Passos Coelho, seja a forma mais eficaz de ganhar competitividade. António Saraiva, presidente da CIP, afirma que seria mais eficaz eliminar três a quatro feriados, além de três dias de férias, num aumento total de sete dias de trabalho por ano.

"A questão da meia hora foi a maneira que o Governo encontrou, sem falar com ninguém", afirmou ontem o presidente da CIP, em declarações ao Negócios. "Esquece-se é que a operacionalização é complicada, nomeadamente em empresas com turnos rotativos. Deixemo-nos de fantasias, dispenso a medida se derem três ou quatro feriados e 3 dias de férias", disse. Na semana passada António Saraiva tinha sugerido uma aplicação "flexível" da medida, nomeadamente por via de um banco de horas.

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