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Dívida pública atinge os 106,6% do PIB

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O endividamento das Administrações Públicas registou um incremento de 12,2 pontos percentuais no segundo trimestre do ano. No segundo trimestre de 2011 a dívida das Administrações Públicas alcançou os 184,1 mil milhões de euros, cerca de 106,6% do PIB, revelou hoje o Banco de Portugal (BdP).

De acordo com dados da instituição liderada por Carlos Costa, "este valor representa uma subida face aos 94,4% registados no final do primeiro trimestre de 2011, permanecendo acima do rácio de dívida pública definido pelo Tratado de Maastricht (60% do PIB) tal como se tem verificado desde o terceiro trimestre de 2005."

O Banco de Portugal justifica a evolução da divida no segundo trimestre pelos "empréstimos obtidos no âmbito do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal."

Recorde-se que este programa teve início no segundo trimestre de 2011, tendo Portugal recebido até ao final de Junho 19,8 mil milhões de euros.

"Note-se que uma parcela significativa destes empréstimos não tinha sido ainda utilizada no final do segundo trimestre de 2011, estando registados como activos das Administrações Públicas em depósitos", refere o relatório do BdP.

Além disso, o BdP denota também que, para a evolução da dívida contribui também "o aumento de empréstimos contraídos junto de instituições financeiras residentes e a assunção, pelo Governo Regional da Madeira, dos passivos de uma empresa concessionária de estradas, efectuada no segundo trimestre de 2011.

"É ainda de destacar a queda homóloga da poupança financeira das Administrações Públicas, que passou de 11% do PIB no segundo trimestre de 2010 para 8,9% do PIB no final de Junho.

"A redução das necessidades de financiamento resultou, em grande medida, da diminuição das necessidades de financiamento da Administração Central, que passaram de 12,2% do PIB no segundo trimestre de 2010 para 9,5% do PIB no final do segundo trimestre de 2011", refere o relatório do BdP.

A autoridade monetária refere ainda que "a Administração Regional e Local registou um aumento das suas necessidades de financiamento comparativamente com o trimestre homólogo, situando-se em 1% do PIB no segundo trimestre de 2011."

No panorama da Segurança Social, o BdP refere que os "fundos da Segurança Social reduziram ligeiramente a sua capacidade de financiamento, de 2% do PIB no segundo trimestre de 2010 para 1,6% do PIB em igual trimestre de 2011".

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