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Síria aceita proposta de paz da Liga Árabe

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A Síria aceitou um plano de paz proposto pela Liga de Estados Árabes para pôr fim aos mais de sete meses de crise política e de violência no país.

O acordo foi anunciado na sequência do Concelho de Ministros da Liga Árabe, que teve lugar na cidade do Cairo com o propósito de solucionar a situação tumultuosa vivida na Síria nos últimos tempos.

Apesar das últimas condenações da comunidade internacional e das promessas de reforma, a Síria tem continuado os seus violentos protestos anti-governo.

Dois dos mais importantes grupos activistas da oposição deram conta de recentes «massacres», nomeadamente o ataque de um homem armado a uma fábrica na passada quarta-feira, no distrito de Houla, que fez 11 vítimas. Ou o caso do ataque a um autocarro, também por um homem singular, que matou 9 passageiros do sexo masculino que regressavam do seu trabalho na vila de Jib Abbas.

A Síria concordou já em retirar todos os tanques e veículos armados das ruas. Concordou também em acabar com a violência contra os protestantes, em libertar todos os prisioneiros políticos e em dar início ao diálogo com a oposição num período máximo de duas semanas.

A entrada de jornalistas e representantes da Liga Árabe no país para monitorizarem a situação, foi também autorizada pelo governo sírio.

«Estamos contentes por termos chegado a um acordo e ficaremos ainda satisfeitos mais se o acordo for devidamente realizado», adiantou Hamad Bin Jassim, Primeiro-Ministro do Qatar. «É muito importante para a própria Síria que o acordo seja cumprido porque só assim se consegue acabar com clima de violência e só assim a crise será resolvida», acrescentou.

Contudo, a oposição ainda se recusa a entrar em diálogo com o governo enquanto o Presidente Bashar Assad estiver no poder.

O plano de paz pretende travar a revolta que já provocou a morte de cerca de três mil pessoas desde o seu início no passado mês de Março. Permanecem apenas algumas dúvidas sobre o sucesso do acordo de paz em termos práticos.

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