Planeta Terra Versão 2.0

Se não ler o jornal não está informado; se lê o jornal está desinformado.

Mark Twain (1835 ~ 1910)

Pub

Doações

Saldo Acumulado: 0 EUR

Só é possível continuar a fazer este trabalho graças à sua generosidade.

Se considera que a informação aqui disponibilizada tem relevância para si e pretende fazer uma doação, por favor faça uma que esteja dentro das suas possibilidades financeiras.

Saiba como

Últimos Artigos

Globo
Portugal
Dinheiro
Ciência e Tecnologia
Conflitos Mundiais
Big Brother
Tirania
Fenómenos
Pub

Cameron quer bloquear redes sociais da Internet

ArtigoComentários (0)
Os parlamentares decidiram já abrir um inquérito sobre as causas da violência.

Londres está a estudar um bloqueio do sistema de redes sociais, como o ‘Twitter’ ou ‘Blackberry Messenger’ em alturas de distúrbios civis.

"Estamos a trabalhar com a polícia, os serviços secretos e a indústria para estudar se não seria correcto impedir as pessoas de comunicarem através destes ‘sites' e serviços quando sabemos que estão a planear actos de violência, desordem e criminalidade", disse hoje Cameron ao Parlamento, durante a sessão de emergência convocada para debater os motins que tiveram lugar entre sábado e terça-feira.

O curso de acção estudado pelo executivo britânico foi condenado como ‘repressivo' pelas democracias ocidentais quando foi usado por outros países. No Egipto, as autoridades encerraram os serviços de comunicações móveis e da Internet em Janeiro durante os protestos massivos contra o regime do presidente Hosni Mubarak, enquanto que na Líbia o regime de Kadhafi procurou bloquear os acessos à Internet dos seus cidadãos quando começou a guerra civil, em Fevereiro. Já a China encerra rapidamente todos os meios de comunicação online que considera como "subversivos".

A polícia britânica afirma que as redes sociais da Internet, em particular o sistema de mensagens da Blackberry (BBM) têm sido usadas pelos saqueadores dos últimos dias para coordenar as suas actividades nos motins desta semana. O sistema BBM é aliás preferido em relação ao ‘Twitter' ou o ‘Facebook' devido ao facto das suas mensagens serem codificadas e impossíveis de decifrar pelas autoridades.

"O uso dos media sociais nos distúrbios parece ter mudado as regras do jogo. Mas qualquer tentativa de impor controlos por parte do Estado sobre estes media parece condenado ao fracasso", afirmou à Reuters John Bassett, antigo especialista a agência de comunicações dos serviços secretos e actual investigador do Royal United Services Institute.

Reportar Erro

Caso tenha detectado algum tipo erro por favor descreva-o.