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Na sociedade "tecnotrónica" a tendência parece ir em direcção à agregação do apoio individual de milhões de cidadãos descoordenados, facilmente dentro do alcançe de personalidades magnéticas e atractivas, explorando as últimas técnicas de comunicação para manipular as emoções e controlar o bom-senso.

Zbigniew Brzezinski

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ONU alerta para risco de “guerra civil total” na Síria

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A repressão das autoridades sírias sobre o movimento de revolta que se mantém no país há quase sete meses causou já mais de três mil mortes, incluindo 187 crianças, revelou hoje o alto comissariado das Nações Unidas para os direitos humanos – com um alerta sonoro para os riscos de o país estar à beira do desastre.

“O ónus está em todos os membros da comunidade internacional para que tomem acções de protecção [dos civis] de forma colectiva, antes que a continuada e impiedosa repressão e a vaga de mortes empurre o país para uma guerra civil total”, frisou a alta comissária Navi Pillay hoje em Genebra, na apresentação deste novo relatório sobre a situação na Síria.

Só nos últimos dez dias foram mortas mais de cem pessoas nos protestos pró-democracia pelas forças de segurança leais ao Presidente Bashar al-Assad, e milhares detidas, muitas não se sabendo tão pouco do seu paradeiro ou torturadas, denuncia ainda Pillay. O regime sustenta que está a enfrentar “grupos terroristas e criminosos armados” e que pelo menos 1.100 soldados foram mortos em confrontos com a rebelião.

O alto comissariado da ONU para os direitos humanos avalia que as sanções adoptadas pela comunidade internacional contra o regime de Damasco não mudaram “em nada” a atitude das autoridades sírias, as quais responderam com uma mobilização em força do exército contra a eclosão dos primeiros protestos, a 15 de Março passado.

“É por essa razão que lançamos o apelo a que os países tomem medidas urgentes para proteger os sírios”, insistiu o porta-voz das Nações Unidas Rupert Colville.

Ecoando este retrato de um país mergulhado em conflito armado, o Observatório sírio para os Direitos Humanos revelou que apenas ontem foram mortas 36 pessoas, incluindo 25 soldados leais a Assad, em combates abertos nas cidades de Banash, Homs e Deraa.

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