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Confrontos com tropas da NATO na fronteira entre Sérvia e Kosovo causam 11 ferido

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A Sérvia e o Kosovo voltam a espoletar confrontos nas suas fronteiras. Esta terça-feira, manifestantes sérvios entraram em confronto com tropas da NATO na fronteira, a sul, com o Kosovo, deixando 11 pessoas feridas.

A recusa da Sérvia em reconhecer a proclamação de independência kosovar, emitida em 2008, continua a ser o rastilho para os ocasionais episódios de violência que ainda se vivem na fronteira entre os dois territórios.

Além destas divergências históricas, os confrontos ocorridos esta terça-feira foram motivados pelo encerramento de um posto fronteiriço por parte de soldados norte-americanos e alemães da força internacional da NATO, posto que era utilizado pelos sérvios para contornar um outro posto alfandegário, controlado pelos kosovares.

Após o encerramento do posto, vários sérvios atiraram pequenas bombas aos militares da NATO, deixando quatro deles feridos. O ‘ataque’ levou à resposta dos soldados, que disparam contra os manifestantes, ferindo sete deles, segundo relatos de um hospital local.

A violência foi condenada por representantes de ambas as partes. Um líder da etnia sérvia presente no Kosovo, Oliver Ivanovic, diz ser «intolerável disparar munições reais contra pessoas que protestam», prosseguindo ainda ao dizer que «o que os americanos fizeram tem de ser condenado».

O próprio presidente sérvio, Boris Tadic, que tem tentado melhorar a imagem do país para uma futura adesão à UE, condenou os confrontos no âmbito dos interesses da Sérvia. «Nenhum problema pode ser resolvido com violência», sublinhou, antes de explicar que «colocar vidas em risco não serve os interesses do país».

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