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Clinton quer “uma mensagem muito forte” contra o Irão

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A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, reforçou as críticas ao Irão, instando a que seja enviada “uma mensagem muito forte”, depois de ter sido ontem anunciado que dois iranianos ligados ao regime de Teerão estavam a conspirar para assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington.

Clinton frisou que estão já em preparação nova sanções contra o Irão e elogiou a operação que permitiu revelar a existência daquela conspiração. “Creio que este caso vai reforçar as já bem fundadas suspeitas de muitos países sobre aquilo que eles [o Governo iraniano] andam a fazer”, afirmou.

Para já, os Estados Unidos podem contar com o apoio do Reino Unido. “Vamos apoiar as medidas para responsabilizar o Irão pelas suas acções”, garantiu já esta manhã o primeiro-ministro britânico, David Cameron, em comunicado, no qual frisa que “as indicações de que esta conspiração foi planeada por elementos do regime iraniano são chocantes”.

Na véspera, o Procurador de Justiça dos Estados Unidos, Eric Holder, fizera o anúncio de que dois iranianos com ligações à Guarda Revolucionária, a tropa de elite do Governo de Teerão, foram acusados de tentativa de assassinato do embaixador da Arábia Saudita em Washington, Abdel Al-Jubeir, um conselheiro do rei saudita, no quadro de uma “conspiração concebida, organizada e dirigida” pelo regime. O Irão nega veementemente estas acusações.

Segundo as autoridades americanas os suspeitos conspiradores estavam a tentar contratar assassinos ligados aos cartéis de droga mexicanos. “Só esta ideia de que estavam a tentar contratar assassinos de cartéis da droga mexicanos para matar o embaixador saudita é algo que ninguém podia imaginar”, afirmou Clinton.

O Departamento de Estado lançou entretanto um alerta contra as deslocações dos norte-americanos para fora do país, temendo que sejam cometidos ataques visando os seus cidadãos. “Este plano apoiado pelo Irão para assassinar o embaixador saudita pode indicar um mais agressivo envolvimento do Governo iraniano nas actividades terroristas contra diplomatas de certos países e incluir mesmo ataques contra cidadãos e interesses norte-americanos”, é sublinhado no alerta.

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