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Ahmadinejad diz que 11 de Setembro foi um "misterioso incidente"

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Ahmadinejad antes de falar perante a Assembleia Geral da ONU

Foto: Reuters/ Jessica Rinaldi

Passavam poucos minutos sobre o início do discurso do Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, nas Nações Unidas, quando começou uma debandada de diplomatas ocidentais da sala da Assembleia Geral.

É um efeito que os discursos do líder da República Islâmica provocam regularmente neste fórum da ONU. As saídas foram provocadas por comentários sobre o Holocausto, no caso dos europeus, e pelas palavras sobre os ataques do 11 de Setembro, definidos por Ahmadinejad como “um pretexto” para ataques norte-americanos no Iraque e no Afeganistão.

Depois de na véspera as autoridades iranianas terem decidido libertar dois americanos presos por espionagem desde 2009, Ahmanijead centrou o seu discurso num ataque puro e duro aos EUA sem, no entanto, nomear a América.

Ahmadinejad recuou aos tempos da escravatura, passou pelas guerras da Coreia e do Vietname, o apoio a ditaduras militares, e terminou na actual crise económica global.

Para além de descrever o 11 de Setembro como "misterioso incidente" também questionou porque foi Bin Laden morto e o seu corpo lançado ao mar. “Haveria mais informação secreta?” questionou o líder iraniano.

Outro motivo para criticar os Estados Unidos foi a ameaça de “poderes arrogantes” a quem quer que questione o 11 de Setembro e o Holocausto, declarou Ahmadinejad.

Ahmadinjad ainda criticou a própria ONU; dizendo que havia uma falta de justiça nos mecanismos das Nações Unidas criticando o Conselho de Segurança, onde os Estados Unidos têm direito de veto.

Cá fora, manifestantes com caricaturas de Ahmadinejad e do líder sírio Bashar al-Assad chamavam a atenção para o défice de democracia e a repressão pela força de protestos.

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