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Goldman Sachs antecipa colapso da zona euro

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Banco norte-americano acredita que Portugal, Irlanda, Finlândia e a Grécia podem sair da zona euro. A ideia de uma integração orçamental a nível europeu liderada pela Alemanha pode levar alguns países da zona euro, nomeadamente Portugal, Irlanda, Finlândia e Grécia, a ponderar abandonar a moeda única.

Quem o diz é Jim O'Neill, 'chairman' do Goldman Sachs Asset Management. "Os alemães querem uma maior unidade orçamental e uma fiscalização central mais apertada, com a ideia de um ministro das Finanças [europeu]. É difícil ver todos os países a querer viver com isso", explicou em entrevista ao Sunday Telegraph.

Para Jim O'Neill, apenas países como a Alemanha, França e a Bélgica estão aptos para uma união monetária porque as suas taxas de juro estão próximas. Mas para outras economias a integração monetária é questionável. Países como a Finlândia e a Irlanda, que são vizinhos de nações que não pertencem à zona euro - Reino Unido e Suécia - podem preferir deixar a moeda única, exemplificou.

O responsável da Goldman Sachs mostra-se ainda bastante céptico quanto à eficácia dos resgates na zona euro para resolver a crise de dívida, defendendo que o Banco Central Europeu (BCE) deve continuar a comprar dívida dos Estados em dificuldade no mercado secundário, de modo a tranquilizar "os investidores preocupados".

Desde que retomou o seu programa de compra de obrigações, o BCE já adquiriu mais de 100 mil milhões de títulos de dívida de Itália, de modo a retirar a pressão sobre o país, que depois dos resgates à Grécia, Irlanda e Portugal, começou a ser visto pelos mercados como a próxima vítima da crise de dívida. Sinal do aumento da percepção do risco em relação a Roma é a escalada dos juros italianos a dez anos até aos 6,38%, aproximando-se da barreira dos 7%, considerada como incomportável.

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