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"Não vamos permitir que a Grécia abandone o euro"

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Rehn diz que a saída da Grécia do euro iria causar um enorme "estrago económico e social" na União Europeia.

Olli Rehn afirmou hoje em Washington que os líderes europeus não permitirão uma bancarrota descontrolada em Atenas.

"Um 'default' descontrolado ou a saída da Grécia da zona euro iria causar um enorme estrago económico e social, não apenas na Grécia mas na União Europeia enquanto um todo, e ter sérios efeitos imprevisíveis na economia mundial", afirmou o comissário dos Assuntos Europeus.

"Não deixaremos que isto aconteça", frisou, citado pela Reuters, ao falar hoje no Peterson Institute for International Economics, em Washington.

Rehn contraria assim várias vozes de diversos especialistas que têm recomendado o abandono da Grécia da união monetária, como solução para a crise do euro. O Presidente checo, Vaclav Klaus, por exemplo, afirmou hoje que não acredita numa solução para a Grécia dentro da zona euro.

Olli Rehn não descartou assim de forma explícita a possibilidade de a Grécia entrar em incumprimento, cenário que muitos economistas consideram inevitável.

Na mesma ocasião, Rehn afirmou que os 17 países da união monetária precisam de trabalhar mais e fazer um esforço maior ao nível de uma "soberania económica", que permitiria que propostas como a emissão conjunta de títulos de dívida - que muitos defendem ser a solução para a actual crise do euro - funcionem.

"Os países membros da zona euro precisam de ir mais longe ao nível da soberania económica para evitar políticas que prejudiquem outros estados membros e a estabilidade financeira", sustentou o comissário.

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