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Eslováquia rejeita alargamento do fundo europeu

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A votação do FEEF pelo parlamento eslovaco condicionou os mercados na sessão de hoje.

O parlamento eslovaco rejeitou o alargamento do FEEF, mas deve haver nova votação ainda esta semana. Governo falhou voto de confiança.

O parlamento da Eslováquia rejeitou esta noite o reforço do fundo de resgate europeu, o que fez com que o governo do país tenha perdido o voto de confiança que lhe estava associado.

O 'chumbo' já era esperado uma vez que o parceiro minoritário da coligação governamental eslovaca, o partido Liberdade e Solidariedade (SaS), já tinha revelado que se iria abster na votação de hoje, que visava aumentar os poderes do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).

À última hora, a primeira-ministra Iveta Radicova decidiu mesmo associar à votação de hoje uma moção de confiança ao seu governo, que foi chumbada, o que quer dizer que o governo eslovaco como existe hoje vai cair.

Mas nem tudo está perdido, uma vez que o alargamento do FEEF deve ser alvo de nova votação ainda esta semana, visto que a primeira-ministra tenciona tentar um acordo com a oposição.

"Existe a percepção de que o FEEF vai ser, de uma maneira ou de outra, aprovado no final da semana", afirmou esta tarde o ministro das Finanças da Eslováquia, Ivan Miklos, citado pela Reuters.

O principal partido da oposição, o Smer, já fez saber que está disposto a discutir um acordo sobre a expansão do FEEF depois da queda do governo actual, frisando que cabe aos partidos da actual coligação apresentar propostas. Para o Smer a aprovação do alargamento do fundo europeu é mesmo "uma prioridade".

Dos 17 países da zona euro só a Eslováquia não ratificou ainda o plano para reforçar o fundo de resgate do euro.

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