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Barroso e Rompuy apelam à Eslováquia que aprove novo fundo europeu

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"É a prosperidade de todos" que está em jogo, alertam os dois responsáveis máximos da União Europeia.

Os dirigentes da União Europeia desdobraram-se esta manhã em apelos dirigidos a Bratislava, apelando aos partidos políticos da Eslováquia que ponham de parte das suas divergências em nome do interesse maior, e comum, de toda a Zona Euro.

Numa declaração conjunta, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, lembram que o reforço dos meios e da capacidade de actuação do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) depende do aval dos parlamentos de todos os países membros do euro e que essas alterações são necessárias em nome da “prosperidade de todos”.

"Permanecemos confiantes de que as autoridades eslovacas e o Parlamento estão perfeitamente conscientes da importância crítica do alargamento e da maior flexibilidade do FEEF para preservar a estabilidade financeira na zona euro", referem, antes de lançar abertamente o apelo a “todos os partidos políticos que se elevem acima da política de curto prazo” e adoptem “rapidamente” o novo FEEF.

O Parlamento eslovaco rejeitou na terça-feira o reforço do Fundo, que está a financiar parcialmente os programas de assistência à Grécia, Portugal e Irlanda. Basta um “não” de um parlamento de um dos 17 países do euro para que os seus meios (que deverão ser elevados a 440 mil milhões de euros) e as suas novas competências (linhas de emergência para Estados e recapitalização de bancos) fiquem na “gaveta”.

A primeira-ministra demissionária já hoje anunciou estar na disposição de reatar negociações. Numa manobra de alto risco, fracassada, o Governo de Iveta Radicova decidiu ontem fazer depender a sua continuação no poder do sim ao alargamento do FEEF, ao associar uma moção de confiança ao voto.

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