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ONU pede fim "completo e imediato" do bloqueio à Faixa de Gaza

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O relator especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos pediu esta quinta-feira a Israel que levante "completa e imediatamente" o bloqueio à Faixa de Gaza, onde a falta de cuidados de saúde é "catastrófica".

A autorização de entrada de materiais de construção para projectos das Nações Unidas na Faixa de Gaza foi um "passo significativo" mas insuficiente para representante da ONU.

O bloqueio "destina-se a negar aos palestinianos humanidade e uma vida com dignidade. Tem de ser levantado completa e imediatamente", disse hoje Falk, reagindo ao anúncio israelita.

O relator especial qualificou de "nada menos do que catastrófica" a prestação de cuidados de saúde em Gaza, onde as autoridades dizem ter atingido "níveis de emergência" de medicamentos e equipamento.

Dos 480 medicamentos considerados essenciais, 37 por cento não estão disponíveis e mais de 190 tipos de medicamentos estão expirados ou próximos de expirar, adiantou.

"Como potência ocupante, Israel tem a obrigação, segundo a lei humanitária internacional, de restaurar e manter a ordem pública e a vida cívica, incluindo o bem estar público (...) Isto inclui, entre outras coisas, a disponibilização e manutenção de infraestruturas, saúde e condições materiais de vida", afirmou Falk.

As negociações israelo-palestinianas estiveram esta quinta-feira na agenda do Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde o chefe político da ONU, Lynn Pascoe, alertou para um "impasse perigoso".

Os contactos bilaterais estão estagnados desde final de Setembro, depois de Israel se ter recusado a prolongar uma moratória de 10 meses à construção de colonatos nos territórios palestinianos ocupados.

Pascoe disse esperar que o Quarteto para o Médio Oriente (ONU, União Europeia, Rússia e Estados Unidos) consigam dar novo ímpeto ao processo, mas também que o mais importante é que os líderes de ambos os lados "estejam à altura do desafio".

"Enfrentam riscos políticos e há muitas questões na mente das suas populações", afirmou.

Sobre a frota prevista para os próximos dias com destino a Gaza, Pascoe reiterou a oposição da ONU, defendendo que a ajuda às populações locais deve ser enviada pelos "canais oficiais".

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