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O Fascismo devia ser mais propriamente chamado de Corporatismo, porque é a fusão do estado e do poder corporativo.

Benito Mussolini (1883 ~ 1945)

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Obama confirma a Abbas que vetará o pedido palestiniano nas Nações Unidas

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Foi a confirmação do que se esperava: o Presidente norte-americano, Barack Obama, reiterou ao líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, que vai vetar a tentativa dos palestinianos de serem reconhecidos como Estado nas Nações Unidas, e este último não se deixou persuadir com o argumento de encetar negociações com Israel, mantendo a posição de prosseguir com os seus planos.

Da reunião entre os dois, ontem à noite, nada saiu que abrandasse os receios de amanhã estalar uma crise diplomática na ONU – com a apresentação de uma submissão escrita formal ao secretário-geral, Ban Ki-moon para a admissão da Palestina como Estado membro –, e com temidas repercussões de violência no Médio Oriente.

Enquanto se redobram os esforços diplomáticos para tentar evitar uma cisão no Conselho de Segurança – onde o pedido deverá ser analisado e votado se Ban Ki-moon lhe der aval –, cinco países sinalizaram já a sua intenção de votar favoravelmente esta adesão: Brasil, China, Líbano, Rússia e África do Sul.

Os palestinianos precisam de pelo menos nove votos positivos, dos 15 membros do Conselho para ver as suas ambições confirmadas. E, acima de tudo, precisam que não haja nenhum veto exercido por qualquer dos cinco membros permanentes – algo com que claramente não podem contar, dada a posição assumida pelos Estados Unidos de que usará esse direito se tal for necessário para bloquear a iniciativa palestiniana.

“Teremos que nos opor a qualquer iniciativa no Conselho de Segurança das Nações Unidas, incluindo através do veto”, reiterou o porta-voz do conselho de segurança da Casa Branca, Ben Rhodes, já após a reunião entre Obama e Abbas.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu acolheu a férrea determinação do Presidente norte-americano dizendo que Obama merece uma “medalha de honra”. Mas, ao mesmo tempo, o chefe da equipa de negociadores palestinianos, Nabil Shaath, insistiu que a adesão da Palestina como Estado membro das Nações Unidas é “moralmente, legalmente e politicamente aceitável em todos os aspectos”.

Mesmo com estimativas de que um eventual voto no Conselho de Segurança ainda estará a muitas semanas de distância, para prevenir o pior, o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, instou à solução de compromisso que tem vindo a ser sugerida recentemente na intensa movimentação diplomática: que a Assembleia Geral da ONU (onde os Estados Unidos apenas têm um voto tal como todos os outros países) conceda aos palestinianos o estatuto de Estado não membro das Nações Unidas (têm actualmente o estatuto de entidade observadora) e determine um calendário para as negociações.

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