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Quero dizer-vos uma coisa muito clara: Não se preocupem com a pressão Americana sobre Israel. Nós, o povo judeu, controlamos a América, e os americanos sabem-no.

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Mais de 300 feridos num protesto anti-Israel

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Polícia lançou gás lacrimogéneo contra manifestantes

Foto: AFP/ Khaled Desouki

Mais de 300 pessoas ficaram feridas, domingo, no Cairo, depois de uma manifestação contra a criação do Estado de Israel ter degenerado em confrontos com a polícia.

Segundo o Ministério da Saúde, citado pela agência egípcia Mena, 353 pessoas ficaram feridas, a maioria por inalação de fumo. Um responsável da segurança disse que alguns manifestantes sofreram ferimentos de bala e que um deles está em estado crítico.

Cerca de 20 manifestantes foram detidos, segundo a agência.

Os confrontos registaram-se junto da embaixada de Israel na capital egípcia e prolongaram-se por várias horas, terminando com "os responsáveis da segurança a conseguirem restabelecer a calma e os manifestantes a abandonarem o local".

As forças de segurança presentes usaram gás lacrimogéneo e dispararam tiros para o ar para dispersar centenas de pessoas que se concentraram junto da embaixada.

Os manifestantes exigiram a expulsão do embaixador israelita e o corte de relações entre o Egipto e Israel, e queimaram uma bandeira israelita.

A manifestação realizou-se horas depois de encontros de responsáveis egípcios com um responsável do Ministério da Defesa israelita, Amos Gilad, a primeira visita de um responsável israelita desde a demissão de Hosni Mubarak, a 11 de Fevereiro.

O Egipto foi o primeiro país árabe a estabelecer relações diplomáticas com Israel, em 1979, mas o Estado hebreu é muito impopular para os egípcios, que criticam a política israelita em relação aos palestinianos.

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