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Israel preparava-se em 2009 para uma "guerra em grande escala"

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De Dezembro de 2008 a Janeiro de 2009, só na faixa de Gaza morreram 1400 palestinianos civis. Em Israel morreram 13, dos quais 10 eram miliatares.

Foto: AFP/ Jens Buettner

O chefe de Estado-Maior israelita disse, no final de 2009, a uma delegação norte-americana que Israel se estava a preparar para uma "guerra em grande escala" no Médio Oriente, de acordo com telegramas divulgados pelo WikiLeaks.

Os documentos que revelam conversas sobre possíveis conflitos com o Hamas e o Hezbollah foram publicados hoje, domingo, no jornal norueguês Aftenposten, segundo a agência de notícias France Presse.

"Estou a preparar o exército de Israel para uma guerra em grande escala", disse o general Gabi Ashkenazi a uma delegação do congresso norte-americano chefiada pelo democrata Ike Skelton a 15 de Novembro de 2009, citado por um funcionário da embaixada norte-americana em Telavive num telegrama.

"A ameaça de disparos de roquetes contra Israel é mais grave do que nunca. É por isso que Israel atribui tanta importância à defesa anti-míssel", acrescentou o general.

Segundo o Chefe de Estado-maior, o Irão teria cerca de 300 mísseis Shahab com que poderia atingir Israel, enquanto que Estado hebreu não teria mais de dez a doze mísseis para responder a esse provável ataque.

Ainda assim, para o general as principais ameaças contra Israel partiriam do grupo libanês Hezbollah e sobretudo do Hamas, que controla Gaza, e com quem Israel estaria "em processo de colisão".

Ashkenazi acreditava mesmo que o movimento radical islâmico seria "capaz de bombardear Telavive, onde se encontra a maior concentração de população israelita".

Entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009, a ofensiva israelita na faixa Gaza provocou cerca de 1400 mortos entre os palestinianos, a maioria civis, e 13 vítimas entre os israelitas, incluindo dez militares.

Fonte: Jornal de Notícias

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