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Israel ameaça retaliar ao acordo de reconciliação do Hamas e Fatah

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Avigdor Lieberman diz que o acordo "ultrapassou a linha vermelha"

Foto: Reuters/ Francois Lenoir

O ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Avigdor Lieberman, avisou a Autoridade Palestiniana que irá retaliar com um “vasto arsenal de medidas” ao acordo de reconciliação, ontem anunciado, entre o Hamas e a Fatah, que pôs fim a quatro anos de cisão entre as duas organizações palestinianas.

“Este acordo ultrapassou a linha vermelha. E nós dispomos de um vasto arsenal de medidas retaliatórias, incluindo a supressão do estatuto de VIP a Abou Mazen [como Israel se refere a Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana], assim como a Salam Fayyad [primeiro-ministro palestiniano] – o que os impedirá de circularem livremente na Cisjordânia”, ameaçou Lieberman, numa entrevista esta manhã à rádio militar israelita.

Além daquelas retaliações, o chefe da diplomacia de Telavive aludiu ainda ao “congelamento das transferências dos impostos cobrados por Israel por conta da Autoridade Palestiniana”.

Lieberman sublinhou ainda que o acordo vai traduzir-se na “libertação de centenas de terroristas do Hamas detidos pela Autoridade Palestiniana na Cisjordânia”. As duas facções palestinianas entraram em cisma desde que o Hamas tomou o controlo da Faixa de Gaza, em Julho de 2007, forçando Abbas e a Fatah a manterem-se no território da Cisjordânia.

Ontem mesmo – depois de se conhecer que o Hamas e a Fatah de Abbas tinham finalmente chegado a um acordo, após ano e meio de tentativas de negociação infrutíferas – o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prontamente manifestou o descontentamento do Estado judaico. Disse então que o Presidente da Autoridade Palestiniana “tem que escolher entre a paz com Israel e a paz com o Hamas”.

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