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Israel acelera colonatos e corta fundos à Autoridade Palestiniana

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Benjamin Netanyahu defende um pacote de sanções aos palestinianos

Foto: Reuters/ Uriel Sinai

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, pediu que a construção de mais 2 mil casas em colonatos judaicos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental fosse acelerada, como parte de um pacote de sanções de resposta à adesão da Palestina à UNESCO.

A reunião de ministros de ontem decidiu ainda parar, ainda que temporariamente, a transferência de impostos recolhidos por Israel em nome da Autoridade Palestiniana em Outubro.

Estes impostos servem para que a Autoridade Palestiniana pague aos funcionários públicos e forças policiais que entre outras funções controlam os elementos palestinianos mais radicais.

A retenção dos impostos, que representam 70 por cento do orçamento da Autoridade Palestiniana (AP) já foi usada este ano por Israel quando a Fatah, facção do líder da AP, Mahmoud Abbas, assinava um acordo de unidade com o Hamas, que governa Gaza. Mas depois de uma retenção breve, que deixou a AP impossibilitada de pagar a 170 mil funcionários público. No entanto, após uma suspensão temporária, Israel voltou a canalizar os fundos.

Na segunda-feira a UNESCO aceitou a Palestina como membro de pleno direito da organização, irritando os Estados Unidos e Israel, que defendem que a adesão é prematura e prejudica o processo de paz.

Enquanto isso, os palestinianos queixaram-se de que a rede de telemóveis na Cisjordânia e Gaza foi atacada por hackers, assim como a Internet, que falhou no território. Os ataques começaram de manhã e tiveram origem em vários locais do mundo, contou à BBC o porta-voz palestiniano Ghassan Ghattib. O responsável disse que não sabia se esta acção estava ligada à aprovação da adesão à UNESCO.

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