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Grécia proibiu partida da flotilha rumo a Gaza

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As embarcações da flotilha estão bloqueadas em vários portos gregos

Foto: Reuters/ Marko Djurica

As autoridades gregas proibiram todas as partidas de barcos que tenham como destino as águas internacionais próximas de Gaza, impedindo, na prática, a viagem da segunda Flotilha da Liberdade, composta por uma dezena de navios de vários países.

O canadiano Tahrir ainda chegou a zarpar, sexta-feira, mas foi interceptado por uma embarcação da guarda costeira grega com comandos encapuzados a bordo. À excepção dos dois barcos que partiram da Córsega para tentar furar o bloqueio israelita a Gaza, as demais embarcações da flotilha estão bloqueadas em portos gregos.

É, por exemplo, o caso do espanhol Gernika, cercado por dois navios-patrulha no porto de Kolimpary, em Creta. Mas “o objectivo mantém-se, independentemente do tempo que seja preciso ficar aqui”, garantiu ontem Santiago Alba Rico, um dos activistas a bordo, no site Rumbo a Gaza. “Isto é uma grande farsa. O que estamos a fazer é perfeitamente legal e ainda não desistimos”, considerou Lyn Adamson, um activista canadiano, ao Toronto Star.

Além da cedência do governo grego à pressão diplomática de Israel, foram também anteontem detectados sinais de sabotagem num segundo navio da flotilha, o irlandês SV Saoirse. As imagens publicadas pelo site israelita Ynet mostram que o eixo da hélice navio apresenta um lanho semelhante ao que na segunda-feira tinha sido detectado no Juliano, outro dos barcos que participam na missão humanitária.

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