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ONU pede inquérito após imagens "inquietantes" da morte de Kadafi

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Manifestações de alegria pela morte de Kadafi em Londres

Foto: AFP/ Carl Court

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos pediu, esta sexta-feira, a abertura de um inquérito sobre as circunstâncias da morte do ex-dirigente líbio Muammar Kadafi.

"A propósito da morte de Kadafi na quinta-feira, as circunstâncias não são claras. Nós consideramos que um inquérito é necessário", declarou aos jornalistas o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville, referindo-se aos vídeos que foram divulgados, um em que o ex-líder líbio está ferido e outro em que já está morto.

"Devia haver um inquérito tendo em conta o que nós vimos ontem (quinta-feira)", insistiu. Rupert Colville considerou que os "dois vídeos" da morte de Kadafi são "muito inquietantes".

O porta-voz não indicou quem devia encarregar-se do inquérito, recordando que o Conselho dos direitos humanos da ONU tinha mandatado este ano uma comissão de peritos para investigar a violência na Líbia.

O responsável defendeu que a morte de Kadafi "põe um termo a oito meses de extrema violência e de sofrimentos para o povo líbio".

O ex-líder, de 69 anos, a monte desde a queda de Tripoli em finais de Agosto, foi capturado vivo na quinta-feira em Sirte, a 360 quilómetros a leste de Tripoli, e foi morto a tiro pouco depois, em circunstâncias ainda pouco claras.

Kadafi foi o primeiro dirigente árabe a ser morto desde o início das revoluções árabes que contestaram os regimes autoritários na Tunísia, Egipto, Líbia, Síria, Iémen e Bahrein.

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