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Rebeldes líbios entraram em Bani Walid, um dos últimos bastiões de Khadafi

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Bani Walid é um dos últimos bastiões das forças fiéis a Khadafi

Foto: Reuters

As forças do Governo interino da Líbia afirmaram ter entrado no bastião de Bani Walid, um dos últimos que está ainda nas mãos dos leais ao coronel Muammar Khadafi.

“Chegámos ao centro da cidade [de Bani Walid] e erguemos a bandeira”, afirmou à Reuters um alto comandante militar, coronel Abdullah Naker, chefe do Conselho Revoucionário de Trípoli.

A informação foi confirmada também por combatentes que participaram na operação – decorrida no domingo depois de uma semana de suspensão da ofensiva. “Atacámos esta manhã a partir do Sudoeste. Os nossos homens entraram no interior da cidade à tarde. Mas ainda há uma grande resistência”, adiantou ontem à AFP Jamal Salem, comandante pró-Consellho Nacional de Transição (CNT). Salem disse que os seus homens “não recuaram”, mas não precisou as posições em que se encontram.

Outro comandante adiantou que os soldados do CNT, vindos da cidade de Zawiyah, atacaram com artilharia pesada mas encontraram uma forte resistência e pelo menos três combatentes foram mortos.

A informação não pôde ser confirmada de forma independente. Mas se o oásis de Ben Walid (170 quilómetros a leste da Trípoli) cair realmente nas mãos das forças do CNT, fica apenas a faltar a tomada de Sirte para que se possa dar Khadafi como totalmente derrotado.

Os combates continuam na cidade natal do coronel, e em Trípoli os “bulldozers” começaram já a destruir o complexo fortificado de Khadafi, de al-Aziziya. A liderança interna afirmou que é altura de “arrasar o símbolo da tirania”, cita a BBC.

Entretanto, a televisão pró-Khadafi confirmou a morte do filho mais novo do ditador, Khamis, a 29 de Agosto.

O canal Arrai, que emite a partir da Síria, adaintou que Khamis morreu em “combate contra os inimigos da pátria” na cidade de Tarhouna, 90 quilómetros a sudeste da capital. O seu primo Mohamed, filho do chefe dos serviços secretos do ditador, Abdallah Senoussi, foi também abatido com ele, adiantou a televisão.

Foi a primeira vez que os media pró-Khadafi confirmaram a morte de Khamis, anunciada várias vezes desde o início do conflito e de cada vez desmentida pelo regime deposto. O último anúncio foi feito a 29 de Agosto pelas novas autoridades da Líbia, que então afirmaram que ele tinha sido morto e enterrado na região de Tarhouna.

Khamis tinha 28 anos e comandava uma das brigadas supostamente mais eficazes das forças fiéis ao ex-dirigente.

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