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EUA aconselham oposição líbia a manter-se unida após morte de Younes

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O general foi hoje sepultado em Bengasi

Foto: Reuters/ Esam Al-Fetori

O assassínio do comandante militar do Conselho Nacional de Transição (CNT), general Abdel Younes, constitui um desafio à oposição a Muammar Khadafi, que deve promover a unidade nas suas fileiras. “O que é importante, agora, é trabalharem de forma transparente para reforçar a unidade”, disse Mark Toner, porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.

O teor destas declarações prendem-se com o mistério que ainda rodeia a morte de Younes e de dois coronéis e colaboradores próximos, quando viajavam de Brega para Bengazi. O general — que foi ministro do Interior de Khadafi e que passou para a oposição ao regime em Fevereiro —, tinha sido chamado pelo CNT para prestar declarações perante um painel de juízes.

O presidente do CNT, Mustafa Abdul-Jalil disse que Younes iria responder a questões sobre as “operações militares” e não deu mais detalhes.

A BBC online mencionava que circulavam em Bengasi notícias não confirmadas sobre a prisão de dois colaboradores de Younes junto à fronteira Leste do país (território controlado pelo CNT).

Na quinta-feira, a estação de televisão Al-Jazira referia que Younes estava a ser investigado por suspeitas de traição (a passagem de armas aos enfraquecidos homens que lutam por Khadafi). A informação não foi confirmada.

Abdul-Jalil anunciou que o chefe do comando que matou Younes tinha sido preso, mas também não deu mais dados. Não disse quem são os suspeitos ou sequer onde aconteceu o ataque. Pouco depois do anúncio da morte de Younes, um grupo de homens armados entrou num hotel em Bengasi onde Abdul-Jalil discursava, tendo dispardo para o ar e saído de seguida.

Tantas questões em aberto enervaram Washington que, como muitas outras capitais, reconheceram o CNT como a única autoridade legítima da Líbia. Toner disse que o Conselho deve “lembrar-se que “representa todo o povo líbio”.

Do reconhecimento internacional e da unidade e transparência que mantiverem dependerá o descongelamento, a favor de Bengasi, dos milhares de milhões de dólares líbios depositados em bancos estrangeiros.

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