Planeta Terra Versão 2.0

Ninguém é mais escravo do que aquele que falsamente se acredita livre.

Johann Wolfgang Goethe (1749 ~ 1832)

Pub

Doações

Saldo Acumulado: 0 EUR

Só é possível continuar a fazer este trabalho graças à sua generosidade.

Se considera que a informação aqui disponibilizada tem relevância para si e pretende fazer uma doação, por favor faça uma que esteja dentro das suas possibilidades financeiras.

Saiba como

Últimos Artigos

Globo
Portugal
Dinheiro
Ciência e Tecnologia
Conflitos Mundiais
Big Brother
Tirania
Fenómenos
Pub

Amnistia Internacional pede ao Conselho Nacional de Transição que previna abusos

ArtigoComentários (0)

A Amnistia Internacional (AI) pediu ao Conselho Nacional de Transição (CNT) que tome medidas para prevenir abusos aos direitos humanos durante a sua luta contra as forças lealistas a Kadhafi. No seu último relatório, a AI dá conta que os homens do CNT estiveram envolvidos em torturas e assassinatos.

No seu relatório, a AI conclui que a maioria dos abusos durante o conflito foram cometidos pelas forças leais ao coronel Khadafi, com ataques deliberados contra civis, raptos, detenções arbitrárias e tortura - atrocidades que equivalem a crimes de guerra, indica a organização dedicada aos direitos humanos.

Porém, o CNT - que tem combatido o regime - também não está isento de culpas.

“Os combatentes da oposição e os seus apoiantes têm raptado, detido arbitrariamente, torturado e morto antigos membros das forças de segurança e alegados lealistas de Khadafi, capturado soldados e cidadãos estrangeiros erradamente suspeitos de serem mercenários pagos pelas forças de Khadafi”, indica o relatório intitulado “The Battle for Libya - Killings, Disappearances and Torture”.

O relatório refere especificamente o linchamento de africanos suspeitos de serem mercenários contratados pelo coronel Khadafi, bem como de assassinatos por vingança e torturas de soldados pró-Khadafi capturados.

A AI já pediu oficialmente à liderança do CNT que tome medidas para investigar os abusos e que lhes ponha fim.

Entretanto, o coronel Muammar Khadafi - que continua em parte incerta - disse numa mensagem difundida pela televisão que irá “lutar até à vitória”.

“Tudo aquilo que nos resta é lutarmos até à vitória e até à derrota deste golpe”, terá escrito o coronel num comunicado lido por um apresentador numa estação de televisão lealista, a Arrai. O dono dessa estação, Mishan Jabouri, disse que o coronel Khadafi está ainda a “liderar a luta a partir de terras líbias, e não a partir da Venezuela, do Níger ou de qualquer outra parte” e que a mensagem não foi lida pelo próprio apenas por razões de segurança, indica a Reuters.

Reportar Erro

Caso tenha detectado algum tipo erro por favor descreva-o.