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Grandes espíritos encontrarão sempre a oposição de mentes medíocres. A mente medíocre é incapaz de compreender o homem que recusa curvar-se cegamente aos preconceitos e escolhe ao invés expressar as suas opiniões corajosa e honestamente.

Albert Einstein (1879 ~ 1955)

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Lâmpadas económicas prejudicam meio ambiente se não forem recicladas

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As lâmpadas economizadoras têm muitos benefícios para o utilizador, mas podem ser muito prejudiciais para o meio ambiente se não forem devidamente recicladas, alertou um responsável na empresa de lâmpadas Sylvania.

«A nível energético, consomem menos e em mais tempo. Mas para o planeta, a lâmpada económica traz mais malefícios do que a incandescente porque na sua produção são utilizadas matérias que depois têm de ser recicladas, enquanto as antigas não tinham esse problema para o meio ambiente», disse Paulo Jorge, responsável pela área projecto naquela empresa.

Afirmando que «há muitas lacunas na informação transmitida ao mercado» quanto às lâmpadas economizadoras, Paulo Jorge insistiu que é «essencial» fazer-se uma «reciclagem correcta».

«Se existir uma reciclagem correcta, a lâmpada traz benefícios. Se não, traz problemas. Tudo depende da consciência das pessoas», afirmou.

Em causa está o mercúrio que algumas empresas ainda utilizam na produção daquelas lâmpadas e o trisfóforo, o seu principal componente.

O responsável considera que o controlo do destino das lâmpadas depois do seu fim de vida terá de ser feito pelas entidades oficiais junto das empresas que fazem essa reciclagem.

Ao consumidor basta-lhe colocar as lâmpadas que já não funcionam no contentor próprio ou nas lojas.

Para Paulo Jorge, o único 'senão' para o consumidor poderá ser o preço, ligeiramente mais elevado do que o das incandescentes, que é explicado pelo aumento do preço do trisfósforo.

«O trisfosforo, o principal componente, está a escassear a nível mundial. Houve um aumento entre 10 e 40 por cento no valor das lâmpadas para o mercado só este mês», disse.

Para competirem com as lâmpadas económicas, começam a aparecer as LED, mas ainda são muito caras para o consumidor final.

«Para a maioria das casas não justifica o investimento. Elas são muito rentáveis para grandes utilizadores: escritórios, hotéis ou centros comerciais, que tenham utilização diária superior a 10 horas. Começa a compensar após 14 meses», afirmou.

Apesar de, numa habitação familiar, se sentir uma redução imediata do consumo na factura, tem de fazer um investimento 10 a 15 vezes maior.

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