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Facebook arrisca multa por guardar dados apagados por utilizador

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A rede social Facebook poderá ter de pagar uma multa de 100 mil euros a um jovem austríaco, por ter guardado informação que ele tinha apagado da sua conta pessoal no site.

A queixa foi apresentada por Max Schrems, um estudante de Direito de 24 anos, que acusa o Facebook de ter guardado cerca de 1200 páginas com informação sua, mesmo depois de este ter apagado os conteúdos em questão do seu perfil pessoal.

De acordo com o jornal Guardian, o jovem austríaco descobriu que a rede social tinha aquela informação quando resolveu no passado mês de Junho pedir ao Facebook uma cópia da sua informação publicada na rede social.

Como resposta recebeu um CD com tudo o que tinha publicado na rede social, incluindo dados, pedidos de amizade negados e mensagens que tinha apagado do seu perfil, entre outros aspectos, relativos a três anos de actividade no site.

Em declarações ao diário britânico o estudante de Direito revela que «descobri que o Facebook tinha guardado mensagens altamente pessoais que eu tinha escrito e depois apagado, que, se fossem tornadas públicas, poderiam prejudicar a minha reputação».

Max Schrems resolveu juntar-se ao grupo de pessoas que apresentou uma queixa às autoridades irlandesas responsáveis pela protecção da privacidade, que vão fazer uma investigação às práticas da rede social.

A investigação vai ser levada a cabo na Irlanda devido ao facto de ser em Dublin que o Facebook tem a sua principal sede europeia.

Caso este organismo consiga provar que as alegações de Max Schresm são correctas, a rede social arrisca uma multa de até 100 mil euros.

Sobre este caso um porta-voz da empresa adiantou ao diário britânico que «o Facebook disponibilizou ao Sr. Schrems toda a informação que pediu em resposta ao seu requerimento».

O mesmo responsável sublinhou que o conjunto de informação pedida pelo jovem «incluia pedido de informação sobre uma diversidade de outras coisas que não era informação pessoal, como as medidas de protecção contra fraude do Facebook e outros procedimentos analíticos do Facebook», o que considera que «claramente isto não são dados pessoais».

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